quinta-feira, 19 de maio de 2011

Qual o futuro da educação no Brasil?

 
Estamos vivendo a política da catequização da Igreja de Roma e, por isso, certamente, estamos vivendo os últimos dias. Dias que minha querida avó jamais imaginou viver. Um tempo em que, por anos a fio, os “poderosos de púrpura” de Roma têm controlado a educação em nosso país.
Dias de absurdos e depravações. Dias em que filhos e netos chegam à escola e recebem “kits” distribuídos pelos próprios professores lhes ensinando como serem gays ou como optarem por serem gays. É este o programa “educacional” que o Ministério da Educação planeja adotar nas escolas públicas do nosso Brasil, sem sequer perguntar aos pais se eles concordam ou apoiam a iniciativa.
Simplesmente nos impõem a ditadura das minorias. Isso mesmo: a ditadura das minorias!
Estamos vivendo dias em que as minorias impõem à sociedade seus “valores e caprichos”. Não há outra explicação. Obrigar os menores brasileiros a estudarem um suposto material didático que incentiva a prática da homossexualidade e entenderem isso como algo normal, é, sem dúvida, a imposição da ditadura das minorias. Pior que fazem isso com a ilógica tese da política de conscientização contra a homofobia ou contra a discriminação das preferências sexuais.
Imagine seu filho ou sua filha chegando da escola e dizendo, com toda a inocência de uma criança, que decidiu ser homossexual após assistir a um vídeo na escola? Qual seria a sua reação? Você aceitaria essa situação com tranquilidade e de forma normal?
Provavelmente não! Certamente que não!
E pior: o mesmo Ministério da Educação que defende os livros e vídeos em defesa do homossexualismo é também o responsável pelos péssimos índices da educação do nosso país. Você sabia que, no ranking mundial de qualidade da educação da ONU, o Brasil ocupa a vergonhosa 88ª posição, atrás de países como Bolívia, Colômbia e Paraguai?
As autoridades já impuseram a nós, brasileiros, o ensino religioso nas escolas públicas. A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, por exemplo, acabou de votar a criação de 600 cargos para professores de ensino religioso. As contratações custarão aos cofres públicos mais de R$ 15 milhões, dinheiro dos impostos que você, eu e toda a sociedade pagamos rotineiramente.
Agora, tentam nos impor os famigerados “kits gays”.
Até quando o Vaticano terá o controle das ações do governo, seja federal, estadual ou municipal?
Até quando o Brasil do século 21 continuará se curvando às “batinas púrpuras” de Roma?
Precisamos salvar o Brasil e torná-lo um país verdadeiramente laico, completamente livre da influência da religião.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Solidão

 

           Que sentimento é esse?



Embora estejamos conectados o tempo inteiro, ligados 24 horas à tecnologia, falando com milhares de pessoas ao redor do mundo, chega uma hora em que nos sentimos sozinhos, desamparados. É a solidão. Mas que sentimento é esse que se apossa sorrateiramente do coração, deixando o mundo acinzentado e sem nenhuma premissa de esperança?

“A solidão é um sentimento que nos remete ao ato se sentir e perceber só, independentemente de quantas pessoas nos cercam e de quais funções e importância elas constituam em nossa vida”, diz Alexandre Bez, psicólogo especializado em Relacionamento pela Universidade de Miami, na Flórida, Estados Unidos.

Ele diz que embora todos nós nos sintamos sozinhos de vez em quando, em algumas pessoas essa característica pode ser mais forte. “Há pessoas que podem apresentar a característica de depressão em sua personalidade,  de tristeza, de insatisfação pessoal em seu interior, direcionando-se  ao isolamento, porque já constitui a solidão como um traço de seu temperamento. A pessoa até sente vontade e um certo desejo de sair dessa solidão , mas não tem condições emocionais para isso”, acrescenta.

Muitos associam a solidão a fatores externos, mas, ela é desencadeada por outros sentimentos negativos, na visão do especialista: “Muitas pessoas associam a solidão ao fato de não ter um relacionamento afetivo, mas esse sentimento acomete pessoas de todos os estados civis e idade. É um vazio e há que buscar a cura, pois a solidão, assim como uma enorme gama de sentimentos, parte de dentro para fora e não ao contrário. Por isso,  é inútil procurar nas pessoas um antídoto para ele. Pois quanto mais buscarmos nas pessoas que preencham esse vazio, mais só ficaremos, pois é um processo psicoemocional.”

Como amenizar o problema?

Na visão do psicólogo, em primeiro lugar é preciso descobrir a causa da solidão. “Se é medo, desilusão, timidez, comportamento introvertido, entre outros. Descobrindo essa causa, ficará mais fácil o tratamento. Quanto mais forte emocionalmente e preparado psicologicamente, o individuo for, menos ele sofrerá com os efeitos da solidão conseguindo administrá-los e praticamente ignorá-los, sem ter que tentar preencher esse espaço vazio com pessoas ou objetos.”

“Não sei mais o que é esse sentimento”

A estudante Cleide Sales soube bem o que é solidão. “Desde pequena tive problemas familiares. Meus pais se separaram quando eu tinha 12 anos de idade. Minha mãe trabalhava fora e eu ficava sozinha em casa tomando conta do meu irmão, que na época era um bebê. Como eu era muito nova e com muitas responsabilidades, fui me tornando introspectiva e isso desencadeou um sentimento de solidão. À medida em que eu ia crescendo, essa solidão só aumentava. Tornei-me uma pessoa independente, comecei a trabalhar, mas cada vez mais me tornava dependente desse vazio que havia em meu peito, que era constante em minha vida. Sentia falta de amigos, família, achava que a minha mãe não tinha tempo para mim. Eu chorava muito e perguntava para Deus por que eu me sentia tão só? O que faltava em minha vida? De que forma eu poderia acabar com aquele vazio?

Foi então que me voltei para Deus. Tomei a decisão de que não poderia viver amargurada e presa no meu mundinho. Olhei para o céu, abri o meu coração para que Deus fizesse morada. Hoje, não sei mais o que é esse sentimento. E se vez por outra eu me sentir triste, o que é normal em todo ser humano, eu fecho meus olhos e busco a presença de Deus. Peço para ele visitar meu coração e logo vejo a alegria de volta ao meu ser”, diz ela.

Fonte: Arca Universal